quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Grito de Carnaval da Terceira Idade no Jubileu de Ouro da Cidade de João Monlevade/MG

No salão de festas do Sindicato dos Metalúrgicos em 26/02/2014

 

 

 
Secretaria de Assistência Social Silma Sídia Moura

Presidente do COMTI - Luciene de Paula Bernardo
Presidente Emérita do COMTI - Tereza Dias Salomão e a representante do Lions Centro no COMTI Janilda Millani
Mesa de jurados presidida por Silma Sídia Moura com Marcelo Mourah, Maria Elisa Moreira Bicalho, Carla Aparecida dos Santos e  Antônio Gonçalves

 Com presenças marcantes como :- Tereza Dias Salomão( presidente emérita do COMTI) ,Luciene de Paula Bernardo vice-presidente do COMTI, substituindo Carmelina Morais de Moura,Otacílio Neves pelo Sindicato dos metalúrgicos,  Vereador Carlos Gomes, Conceição Guimarães ( presidente do Lions Centro), Silma Sídia Moura secretária de assistência Social, Maria Elisa Moreira Bicalho secretária de Administração, Carla Aparecida dos Santos Chefe do Cerimonial da assessoria de Comunicação, Marcelo Moura da L'Office Escola de Modelos, Antônio Gonçalves ex-prefeito de João Monlevade/MG e sócio do Lions clube João Monlevade Centro. 

Anselmo de Oliveira participante e incentivador do Bloco Sapeca Iaiá e Coramar Alves grande foliã dos Antigos Carnavais, alguns dos homenageados do dia

 

 Homenageados :- José Domingos ( Zé Teco)- Banda Clube Caça e Pesca                               - Anselmo de Oliveira- Bloco Sapeca Iaiá;                                                               - Reinaldo Evangelista Alves- Escola de Samba Boca Branca;                                                                 - Coramar Alves- Grande Foliã;                                                                                                                 - Maria Rita de Souza- Escola de Samba Boca Negra, destaques de antigos carnavais.

Homenageados que não puderam comparecer:

-José Expedito de Souza ( Nova Lima) - Bonequinhas de Elite;                                                               -José Clemente( Serrote) - Escola de Samba Boca Branca;                                                                      -José Batista Ramos( Bagunça) - Diretor do Clube Caça e Pesca;                                                            - José Maria de Souza (ZEMA) -pinturas Carnavalescas e Blocos;                                                          -José Maria Caldeira- Diretor Ideal Clube;                                                                                                - Afonso Dionísio Silva - Escola de Samba Boca de Lobo.

Animação da BIG BANDA BRAUS com Rogério Salomão!




Decoração mesas Lar São José


Gente animada da APAE


Trio mais que animado!
Gente fina aguardando a chegada do Bloco Carnaval do Faraó"


Beatriz a Mascote dos Grupos da Terceira Idade

A presidente do Lions Centro -Conceição Guimarães fotografando a turma do Lar S. José!

A turma do Faraó com a presidente em exercício do COMTI Luciene de Paula Bernardo


A maior foliã Geralda Martinha Idade e Sabedoria!





A grande colaboradora Janete ( Lions Centro/C. Feliz /Recre-Arte) com a neta

.

O Bloco Campeão!

Solidariedade se aprende na infância!

Maria Helena se fantasiou de Rainha Moma!
Edna e Geralda só alegria!



Representantes da Escola de Samba Boca Negra Maria Rita e sua Irmã!

Adicionar legenda                    

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mensagem

Desconheço o autor, mas, admiro o texto abaixo:

Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada, estava de mu…dança para uma casa de repouso pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só…
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.
A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela.
- Ah, eu adoro essas cortinas – disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Mas a senhora ainda nem viu seu quarto…
- Nem preciso ver – respondeu ela. – Felicidade é algo que você decide por princípio. E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu tenho duas escolhas: Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem… ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focaliza-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: Você só retira daquilo que você guardou. Portanto, lhe conselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças. E como você vê, eu ainda continuo depositando. Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:
1- Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
2- Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.
3- Curta coisas simples.
4- Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
5- Lágrimas acontecem. Aguente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.
6- Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais , lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
7- Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
8- Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.
E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:
A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego …
de tanto rir …
de surpresa …
de êxtase …
de felicidade!






 Casinha dos sonhos





Foto: Quem concorda?






"Todo filho é pai da morte de seu pai"

Fabrício Carpinejar

"Feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia."

Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.
É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece
somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.
 





Se o tempo envelhecer o seu corpo
mas não envelhecer a sua emoção,
você será sempre feliz!!

*Augusto Cury*


Foto: <3 <3 
Se o tempo envelhecer o seu corpo
mas não envelhecer a sua emoção,
você será sempre feliz!!

*Augusto Cury*



 


Mensagens e bons exemplos na relação com 

a Terceira Idade

 O que é isso?

Certa tarde, estavam pai e filho no pátio de casa, sentados em um banco 
 embaixo de uma árvore. O filho lia concentrado o seu jornal, enquanto 
o pai contemplava a natureza. De repente um pequeno pássaro pousou 
à frente deles. O pai olhou atento e perguntou:


- O que é aquilo?


Então o filho tirou os olhos do jornal, olhou para o pássaro e respondeu:


- Um pardal.


O pai, continuando a olhar o pequeno pássaro, perguntou de novo:


- O que é aquilo?


E o filho novamente respondeu:


- Acabei de lhe dizer pai, é um pardal.


Quando o filho sacudiu o jornal para virar a página, o pássaro se assustou
 e voou para os galhos da árvore. Minutos depois, o pássaro pousou no 
chão e o pai questionou novamente:


- O que é aquilo?


O filho, já inquieto, respondeu com grosseria:


- Um pardal! UM PARDAL! Já lhe disse várias vezes, pai, é um PAR-DAL!


O pai, continuando a olhar o pequeno pássaro, pergunta mais uma vez:


- O que é aquilo?


Então o filho perdeu a paciência e, aos berros, respondeu:


- Por que o senhor está fazendo isso comigo, atrapalhando minha leitura?
Por quê? Já lhe disse várias vezes que é um pardal, um pardal, que saco!


Nisso o pai se levantou calmamente e o filho, entre nervoso e curioso, perguntou:


- Aonde o senhor vai?


O pai entrou em casa. Logo depois, retornou com uma velha agenda em suas mãos. 

Procurou uma determinada página e a entregou ao filho, que começou a ler.


Nisso, o pai lhe ordenou:


- Leia em voz alta!


Então o filho começou a ler a agenda na página aberta pelo pai, que dizia:


- Hoje meu filho caçula, que há poucos dias fez três anos de idade, estava 
comigo no parque quando um pássaro pousou à nossa frente. Meu filho me
 perguntou 21 vezes o que era aquilo. E eu lhe respondi 21 vezes, com todo 
carinho, que era um pardal. E cada vez que ele me perguntava, eu respondia 
com toda alegria do meu coração, e o abraçava a cada pergunta sentindo-me
 feliz por perceber que a curiosidade daquele inocente criança demonstrava 
o quanto meu filho era inteligente!


Foi nesse instante que a ficha caiu e o filho largou seu jornal e abraçou seu 
velho pai, chorando!


Muitas vezes não temos paciência com nossos pais, achando que eles são 
chatos, caducos e só querem atrapalhar nossa vida. Esquecemos que foram
 eles que nos orientaram educaram, socorreram, investiram todo seu tempo,
 paciência e amor para que pudéssemos, um dia, sermos pessoas de bem.
 E hoje não temos tempo e nem paciência para tratá-los bem.
— com Claudia Barbonaglia.

Foto: MENSAGEM DO DIA
O que é isso?

Certa tarde, estavam pai e filho no pátio de casa, sentados em um banco embaixo de uma árvore. O filho lia concentrado o seu jornal, enquanto o pai contemplava a natureza. De repente um pequeno pássaro pousou à frente deles. O pai olhou atento e perguntou:

- O que é aquilo?

Então o filho tirou os olhos do jornal, olhou para o pássaro e respondeu:

- Um pardal.

O pai, continuando a olhar o pequeno pássaro, perguntou de novo:

- O que é aquilo?

E o filho novamente respondeu:

- Acabei de lhe dizer pai, é um pardal.

Quando o filho sacudiu o jornal para virar a página, o pássaro se assustou e voou para os galhos da árvore. Minutos depois, o pássaro pousou no chão e o pai questionou novamente:

- O que é aquilo?

O filho, já inquieto, respondeu com grosseria:

- Um pardal! UM PARDAL! Já lhe disse várias vezes, pai, é um PAR-DAL!

O pai, continuando a olhar o pequeno pássaro, pergunta mais uma vez:        

- O que é aquilo?

Então o filho perdeu a paciência e, aos berros, respondeu:

- Por que o senhor está fazendo isso comigo, atrapalhando minha leitura? Por quê? Já lhe disse várias vezes que é um pardal, um pardal, que saco!

Nisso o pai se levantou calmamente e o filho, entre nervoso e curioso, perguntou:

- Aonde o senhor vai?

O pai entrou em casa. Logo depois, retornou com uma velha agenda em suas mãos. Procurou uma determinada página e a entregou ao filho, que começou a ler.

Nisso, o pai lhe ordenou:

- Leia em voz alta!

Então o filho começou a ler a agenda na página aberta pelo pai, que dizia:

- Hoje meu filho caçula, que há poucos dias fez três anos de idade, estava comigo no parque quando um pássaro pousou à nossa frente. Meu filho me perguntou 21 vezes o que era aquilo. E eu lhe respondi 21 vezes, com todo carinho, que era um pardal. E cada vez que ele me perguntava, eu respondia com toda alegria do meu coração, e o abraçava a cada pergunta sentindo-me feliz por perceber que a curiosidade daquele inocente criança demonstrava o quanto meu filho era inteligente!

Foi nesse instante que a ficha caiu e o filho largou seu jornal e abraçou seu velho pai, chorando!

Muitas vezes não temos paciência com nossos pais, achando que eles são chatos, caducos e só querem atrapalhar nossa vida. Esquecemos que foram eles que nos orientaram educaram, socorreram, investiram todo seu tempo, paciência e amor para que pudéssemos, um dia, sermos pessoas de bem. E hoje não temos tempo e nem paciência para tratá-los bem.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

FESTAS JUNINAS PROMOVIDAS PELO COMTI COM PARCEIROS










II REUNIÃO NA CÂMARA MUNICIPAL -SEMANA DA MULHER 2014

A TERCEIRA IDADE NO CRAS





Encontro Regional da Terceira Idade em Barão de Cocais/MG










Conselheira do COMTI é homenageada na Câmara Municipal pelo Dia do Voluntário


CONFRATERNIZAÇÃO DE NATAL DOS CONSELHEIROS 2013

Muita chuva, pouca gente e Feliz Natal!